buscape


quarta-feira, 5 de setembro de 2012


Ganso desaprova oferta santista e Grêmio entra na briga pelo meia
 
 
 
A permanência do meia Paulo Henrique Ganso no Santos está cada vez mais incerta. O jogador recebeu uma nova proposta de reajuste salarial da direção do Peixe, mas os números apresentados pela cúpula santista em nada deixaram o camisa 10 animado e a tendência é que o clube seja avisado nos próximos dias sobre a recusa da nova oferta de renovação contratual.

A reportagem da Gazeta Esportiva.Net apurou que a proposta alvinegra não foi suficiente para demover, ao menos por enquanto, Ganso da ideia de não assinar o novo vínculo e deixar o clube.

Acuado após os protestos realizados por um grupo de torcedores, depois da derrota para o Bahia, na última quarta-feira, na Vila Belmiro, o atleta considera que faltou apoio da diretoria para evitar que a situação chegasse a um ponto tão crítico. Moedas foram atiradas na sua direção na saída do gramado da Vila, torcedores o perseguiram até o CT Rei Pelé, onde foi buscar o seu carro ao término da partida, e picharam frases pedindo que ele deixasse o Santos.

Com a sua situação incerta no Peixe, Paulo Henrique Ganso segue na mira do São Paulo. O Tricolor Paulista destacou, no fim da semana passada, que não irá desistir da sua contratação , mesmo depois de ter duas propostas recusadas pelos santistas.

No entanto, os são-paulinos querem deixar os ânimos esfriarem, após troca de farpas com a equipe praiana, por conta de uma hipotética desistência do Tricolor do Morumbi, o que não se confirmou na prática. A princípio, o São Paulo não deve subir a sua oferta pelo meio-campista.

A indefinição com relação ao destino de Ganso no Alvinegro Praiano tem aberto uma série de possibilidades. A mais nova é uma investida do Grêmio, do técnico Vanderlei Luxemburgo, terceiro colocado do Brasileirão, na disputa para contar com o futebol do “maestro” do Santos.

O Tricolor Gaúcho nega o interesse em Paulo Henrique Ganso, mas Luxemburgo, que comandou o jogador durante o segundo semestre de 2009, em sua última passagem pelo Peixe, já teria entrado em contato com o meia, para saber se lhe agradaria a hipótese de uma transferência para o Estádio Olímpico. Elano, que enfrentava uma má fase na Vila Belmiro, foi para o Grêmio e é um dos destaques dos gaúchos no Campeonato Brasileiro.

Desde o fim da noite de segunda, rumores de um possível interesse do Fluminense também circularam nos bastidores. Porém, o Tricolor das Laranjeiras, por intermédio de seu diretor de futebol, Rodrigo Caetano, negou que a Unimed, patrocinadora do clube carioca, estivesse disposta a ajudar o vice-líder da Série A na operação para contratar Ganso.

Apesar disso, o São Paulo está, no momento, na frente nas negociações. Isto porque, a diretoria tricolor tem um entendimento já pré-estabelecido com o grupo Sondas, que divide com o Alvinegro Praiano os direitos econômicos do camisa 10. O investidor é dono de 55% contra 45% dos direitos econômicos de Paulo Henrique Ganso. Só que, vale lembrar, os direitos federativos do atleta são presos ao Santos.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

 
Kaká nega briga com Mourinho e compara fase com início no São Paulo
 
 
 
 
O meia Kaká, do Real Madrid, negou que tenha tido uma briga com Mourinho e desmentiu o suposto diálogo que o jornal espanhol El País publicou. Ele disse também que sua atual fase pode ser comparada com o início da sua carreira no São Paulo, na qual ele tinha que ir vencendo as barreiras aos poucos.
"Quando estava começando no São Paulo também era isso. 'Será que vou para o jogo ou não?'. Hoje é da mesma forma. A minha motivação para treinar é por fase. Não quero ser titular do Real Madrid já, quero primeiro voltar a ser relacionado", explicou Kaká em entrevista ao programa Esporte Espetacular da Rede Globo.
Quanto a matéria do jornal espanhol El País, na qual Mourinho teria supostamente dito a Kaká que não contaria mais com ele e que o brasileiro deveria pensar em alguma coisa para seguir a carreira, o meia foi enfático: "A reunião aconteceu, mas aquele diálogo da reportagem não é verdade, não foi aquilo. Na reunião com o Real Madrid, eles queriam apenas estipular uma estratégia de acordo que fosse bom para mim e para o clube".
Além disso, garantiu que sua relação com Mourinho é respeitosa: "É uma relação profissional e de respeito mútuo". "Ele deixou claro que se eu permanecesse, ele iria me respeitar e que eu teria as mesmas oportunidades que todo mundo", explicou Kaká.
Mesmo com a intenção de ficar, o brasileiro admitiu que em alguns momentos ponderou a possibilidade de deixar o clube: "É como se eu tivesse reiniciado uma carreira com 30 anos. E isso tudo depois de ter conquistado tudo que conquistei. Pergunto até que ponto isso vale a pena".
Kaká, que já foi considerado o melhor jogador do mundo em 2007, em muitos jogos não é nem ao menos relacionado para o banco de reservas da equipe merengue.
Sobre uma possível volta ao Brasil, em especial ao São Paulo - clube em que o jogador foi revelado e ganhou fama antes de ser vendido para o Milan da Itália, o meia recuou: "Essa não era a minha prioridade".

sábado, 1 de setembro de 2012

 
 
PARABÉNS CORINTHIANS
Ronaldo parabeniza Corinthians: "102 anos de vidas, histórias e amor"
 
 

Um dos maiores ídolos recentes do Corinthians, o ex-atacante Ronaldo usou o Twitter logo cedo neste sábado para parabenizar o clube pelo aniversário de 102 anos. Citando uma conhecida música da torcida, o ex-jogador demonstrou todo eu carinho pela equipe que defendeu de 2009 a fevereiro de 2011.
"Corinthians minha vida. Corinthians minha história. Corinthians meu amor. Parabéns, Timão. 102 anos de vidas, histórias e amor", escreveu Ronaldo.
Outros ex-jogadores do Corinthians também se manifestaram por meio da rede social. Campeão da Libertadores com o time e hoje na Roma, Leandro Castán lembrou da data especial. "Parabéns ao Corinthians, parabéns à nação corintiana, devo tudo que aconteceu na minha carreira ao Timão".
Cria das categorias de base, Dentinho encontrou tempo para homenagear o ex-clube antes do clássico entre Shakhtar Donetsk com o Dinamo de Kiev. "Parabéns, Corinthians. 102 anos", escreveu como legenda de uma foto do símbolo corintiano.
Da mesma geração de Dentinho, André Santos se empolgou com o aniversário e, assim como Ronaldo, também usou uma música da torcida para se expressar. "Não para, não para, não para, vai para cima Timão. Corinthians minha história. Parabéns pelos 102 anos de vidas, história e amor".
Capitão da equipe desde a Série B até sua aposentadoria em 2010, o ex-zagueiro William visitou o time neste sábado, no CT Joaquim Grava, onde os jogadores se preparam para o confronto com o Atlético-MG, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste domingo, no Pacaembu.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012


 Santos e Palmeiras têm oito títulos brasileiros cada, diz CBF



                                                                                               

                   
                                   


                           
            
  Santos e Palmeiras, com oito títulos cada, são os maiores campeões brasileiros da história, pois a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai unificar, até o fim de 2010, a lista dos campeões nacionais com os títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, organizados antes de 1971, quando teve início a disputa do atual Campeonato Brasileiro.

De acordo com o Jornal Nacional (Globo), os títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa passarão a ter valor equivalente à conquista do Fluminense em 2010, por exemplo.

O São Paulo, que comemorava sua hegemonia desde a conquista do sexto título em 2008, está agora no terceiro lugar do ranking de glórias nacionais.

Com a decisão, o Santos saltou de duas para oito conquistas, pois venceu a Taça Brasil de 1961 a 1965 e o Roberto Gomes Pedrosa de 1968, além dos títulos de 2002 e 2004.

Já o Palmeiras dobra seu número de títulos e se torna o primeiro bicampeão em um mesmo ano. As quatro conquistas do alviverde no Brasileiro (1972, 1973, 1993 e 1994) somam-se aos títulos da Taça Brasil de 1960 e 1967 e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, também em 1967 e em 1969.

Bahia, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense também "ganharam" uma conquista. A decisão muda também o rótulo de primeiro campeão brasileiro do País, que era do Atlético-MG, campeão em 1971. A honra agora será do Bahia, vencedor da Taça Brasil de 1959. Veja como fica o ranking de campeões nacionais com a medida da CBF:



8 - Palmeiras:
Taça Brasil 1960 e 1967
Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967 e 1969
Campeonato Brasileiro 1972, 1973, 1993 e 1994

8 - Santos:
Taça Brasil 1961, 1962, 1963, 1964, 1965
Roberto Gomes Pedrosa 1968
Campeonato Brasileiro 2002 e 2004

6 - Flamengo:
Campeonato Brasileiro 1980, 1982, 1983, 1992 e 2009
Copa União 1987

6 - São Paulo:
Campeonato Brasileiro 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008

4 - Corinthians:
Campeonato Brasileiro 1990, 1998, 1999 e 2005

4 - Vasco:
Campeonato Brasileiro 1974, 1989, 1997 e 2000

3 - Fluminense:
Roberto Gomes Pedrosa 1970
Campeonato Brasileiro 1984 e 2010

3 - Internacional:
Campeonato Brasileiro 1975, 1976 e 1979

2 - Bahia:
Taça Brasil 1959
Campeonato Brasileiro 1988

2 - Botafogo:
Taça Brasil 1968
Campeonato Brasileiro 1995


2 - Cruzeiro:
Taça Brasil 1966
Campeonato Brasileiro 2003

2 - Grêmio:
Campeonato Brasileiro 1981 e 1996

1 - Atlético-MG:
Campeonato Brasileiro 1971

1 - Atlético-PR:
Campeonato Brasileiro 2001

1 - Coritiba:
Campeonato Brasileiro 1985

1 - Guarani:
Campeonato Brasileiro 1978

1 - Sport:
Campeonato Brasileiro 1987



quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Bahia, O Primeiro Campeão da Taça Brasil
Em pe:  Nadinho, Leone, Henrique, Flavio, Vicente e Beto.
Agachados: Marito, Alencar, Léo Briglia, Bombeiro e Biriba
Durante anos a história do futebol foi narrada de maneira equivocada, fazendo com que o Atlético-MG, Campeão Brasileiro de 1971, fosse considerado o primeiro campeão nacional. Pois a unificação dos títulos conquistados antes de 1971 faz justiça à era de ouro do nosso futebol, dando o justo reconhecimento ao Bahia como primeiro Campeão Brasileiro, com um título da Taça Brasil de 1959, conquistado sobre o esquadrão do Santos de Pelé e Pepe.
14 foram as partidas disputadas pelo Bahia, que derrotou CSA, Ceará e Sport na fase Norte-Nordeste. Paulistas e cariocas entravam no torneio somente nas semifinais, fase em que o Bahia despachou o Vasco. O vencedor da decisão seria o primeiro participante brasileiro na Libertadores da América (a Taça Brasil foi criada para indicar um Campeão Brasileiro que iria representar o País na competição continental)
O adversário foi o poderoso Santos, com jogos de ida e volta. O Bahia jogou desfalcado de seu goleiro, o Nadinho, que não pode entrar em campo na primeira partida, realizada na Vila Belmiro. Nadinho era estudante de Direito e no dia do jogo teve uma prova importante. Pelé e Pepe marcaram pelo Peixe, mas o Bahia ganhou de virada, por 3 a 2. O jogo de volta foi disputado na Fonte Nova. O Santos venceu a partida por 2 x 0, com gols de Pelé e Pepe.
Naquele tempo não havia saldo de gols, prorrogação ou disputa por pênaltis. Foi marcada uma partida de desempate para 30 de dezembro. Como o Peixe tinha excursão programada para jogar na Europa, o Bahia concordou em jogar apenas dia 29 de março de 1960, no Maracanã.
O Santos voltou arrebentado, pois o time vinha atuando de dois em dois dias. Pelé voltou com as amígdalas inflamadas e teve de fazer uma operação, o que o impediu de disputar a final da Taça Brasil de 1959.
Pelo Bahia, o técnico Geninho era policial e apenas podia comandar o time quando estava de licença. Por ser chamado de volta ao quartel, foi substituído por um argentino chamado Carlos Volante.
As escalações para aquele dia chuvoso foram as seguintes:
O Bahia foi a campo com Nadinho; Beto (Veja foto: primeiro capitão a erguer a taça de Campeão Brasileiro), Henrique, Flávio e Nenzinho; Vicente e Mário; Marito, Alencar, Léo e Biriba.
O Santos entrou com Lalá; Getúlio, Mauro, Formiga e Zé Carlos; Zito e Mário; Dorval, Pagão, Coutinho e Pepe. O técnico era Lula.
O Peixe abriu o placar com Coutinho aos 27 minutos e o Bahia empatou após 10 minutos, com Vicente em cobrança de falta. Léo virou a partida com menos de um minuto do segundo tempo. Depois disso, foi só pancadaria.
Três jogadores de cada time foram expulsos no decorrer do segundo tempo. destaque para a expulsão de Coutinho e Vicente, que trocaram socos. Aos 37 minutos, Alencar sacramentou a vitória, driblando o goleiro e marcando o terceiro do time Baiano.
CURIOSIDADE: Antes do primeiro jogo, dirigentes do Santos ligaram para o San Lorenzo, da Argentina, para combinar quando os times se enfrentariam pela Libertadores. Pelo menos as datas ficaram marcadas para o Bahia.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


História do Campeonato Brasileiro de Futebol




A história do Campeonato Brasileiro de Futebol se iniciou em 1959, quando ele começou a ser disputado com o nome de Taça Brasil, tornando-se a principal competição entre clubes de futebol do Brasil. Após seu início, teve edições com inúmeros nomes, tais como Taça Brasil, Torneio Roberto Gomes Pedrosa, Taça de Prata, Campeonato Nacional de Clubes, Taça de Ouro, Copa Brasil, Copa União e a partir de 1989, como Campeonato Brasileiro de Futebol, ainda em 2000 como Copa João Havelange.
O Campeonato Brasileiro de Futebol teve como primeiro campeão o Esporte Clube Bahia. A partir de 2003, adotou o sistema de pontos corridos, tendo como primeiro campeão o Cruzeiro Esporte Clube. O torneio é organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e dá acesso ao seu campeão, vice, terceiro e quarto colocados à Taça Libertadores da América.
Anteriormente, o Clube Atletico Mineiro era considerado como o 1º Campeão do Campeonato Brasileiro conquistando o Campeonato Nacional de Clubes(CBD) de 1971 que passaria a ter outros nomes em seguida, mas em 2010, a CBF(antiga CBD) unificou os títulos nacionais anteriores a 1971, então, o Bahia passou a ser o primeiro campeão brasileiro.
Em 2000, não houve Campeonato Brasileiro oficialmente, mas o torneio organizado pelo Clube dos 13 disputado naquele ano, chamado Copa João Havelange, foi posteriormente reconhecido pela CBF como substituto do Campeonato Brasileiro.
Em 1977, tanto o vice-campeão (Atlético/MG) quanto o 5º colocado (Botafogo) terminaram o campeonato sem derrotas, mas o campeão naquela temporada foi o São Paulo.
O Santos Futebol Clube e a Sociedade Esportiva Palmeiras são os clubes que mais vezes venceram a competição. O São Paulo é o clube que mais vezes ficou com o vice campeonato da competição, cinco vezes (1971, 73, 81, 89, 90).
O Flamengo é o clube de melhor aproveitamento em finais do campeonato Brasileiro. Das quatro vezes em que disputou a final (1980, 82, 87 e 92), venceu todas. Desde 2003, com a mudança no sistema de disputa, não existe mais o conceito de jogo final do campeonato.
Uma das características do Campeonato Brasileiro foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes. Após ter sido aprovado no Congresso Nacional o "Código do Torcedor", a CBF fez um planejamento que visava organizar o confuso calendário do futebol nacional. Reduziu o tempo disponível para as competições estaduais e adotou o sistema de turno e returno como forma de disputa. Como esse sistema exige muito tempo do calendário, também foi reduzido o número de competidores em 2004, que eram 24, para 22 em 2005 e 20 em 2006, tanto na Série A (Primeira Divisão) como na Série B (Segunda Divisão). Para a Série C, a partir de 2009, com a criação da inédita Série D, o número de clubes igualou-se aos das Séries A e B, embora com formato de disputa distinto. Já a Série D conta com 40 clubes, adotando o sistema de eliminatórias regionais e depois "mata-mata" até as últimas fases, para que times pequenos e com baixo orçamento tenham chance de competir.
Até 2011, apenas três clubes disputaram todas as edições da divisão principal: Cruzeiro, Internacional e Flamengo. O Santos e o São Paulo também nunca foram rebaixados, mas em 1979 se recusaram a participar do Brasileiro ao terem seus pedidos de entrarem apenas na fase final recusado depois de alegarem que a competição daquele ano tornava o calendario demasiado apertado.